Ceará tem primeiro laboratório com protocolo internacional para diagnóstico de leucemia

O Centro de Hematologia de Hemoterapia do Ceará (Hemoce), equipamento vinculado à Secretaria da Saúde do Ceará, faz parte de projeto pioneiro no Brasil para padronizar a avaliação da Doença Residual Mínima (DRM) em pacientes com Leucemia Linfoblástica Aguda. A iniciativa da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO) e Amgen, empresa de biotecnologia, envolve mais de 20 laboratórios do País. O Hemoce foi o único do Ceará convidado a participar.

O projeto reúne os laboratórios de citometria de fluxo que dão suporte aos centros de transplante de medula óssea nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. 

A base do projeto segue protocolo internacional do consórcio de universidades europeias, o EuroFlow, que já utiliza os procedimentos.

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